{"id":5881,"date":"1996-02-19T10:19:16","date_gmt":"1996-02-19T13:19:16","guid":{"rendered":"https:\/\/cordisburgo.cam.mg.gov.br\/?p=5881"},"modified":"1996-02-19T10:19:16","modified_gmt":"1996-02-19T13:19:16","slug":"lei-municipal-no-1-238-1996","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cordisburgo.mg.gov.br\/legislacao\/leis\/lei-municipal-no-1-238-1996\/","title":{"rendered":"Lei Municipal n\u00ba 1.238\/1996."},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/cordisburgo.cam.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Lei-1.238.doc\">Lei 1.238<\/a><\/p>\n<h1><span style=\"font-size: 16px\">LEI N\u00ba. 1.238<\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DISP\u00d5E SOBRE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL NO MUNIC\u00cdPIO DE CORDISBURGO, CRIA CONSELHO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL E FUNDO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL E D\u00c1 OUTRAS PROVID\u00caNCIAS. <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A C\u00e2mara Municipal de Cordisburgo aprovou, e eu, Presidenta, no uso de das atribui\u00e7\u00f5es que me s\u00e3o conferidas, na forma do par\u00e1grafo 7\u00ba, do artigo 53 da Lei Organiza\u00e7\u00e3o Municipal, promulgo a seguinte Lei:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>T\u00cdTULO I<\/strong><\/p>\n<p><strong>DOS OBJETIVOS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 1\u00ba Esta Lei disp\u00f5e sobre as diretrizes b\u00e1sicas da assist\u00eancia social do atendimento aos idosos e \u00e0s pessoas portadoras de defici\u00eancia f\u00edsica, mental e sensorial, \u00e0 fam\u00edlia, \u00e0s crian\u00e7as, aos adolescentes e pessoas comprovadamente carentes, no \u00e2mbito do Munic\u00edpio de Cordisburgo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico: O atendimento referido no artigo far-se-\u00e1 conforme as disposi\u00e7\u00f5es constantes da Lei 8.742, de 07\/12\/93, e artigo 148 a 150 da Lei org\u00e2nica Municipal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>T\u00cdTULO II<\/strong><\/p>\n<p><strong>DA POL\u00cdTICA DE ATENDIMENTO<\/strong><\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO I<\/strong><\/p>\n<p><strong>DISPOSI\u00c7\u00d5ES GERAIS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 2\u00ba A Assist\u00eancia Social e sua pol\u00edtica de atendimento estar\u00e3o asseguradas mediante a cria\u00e7\u00e3o da Secret\u00e1ria Municipal de Assist\u00eancia Social do Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social e do Fundo Municipal de Assist\u00eancia Social bem como a elabora\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o do Plano Municipal de Assist\u00eancia Social.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO II<\/strong><\/p>\n<p><strong>DO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>DA COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 3\u00ba Fica criado o Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social \u00f3rg\u00e3o deliberativo de Car\u00e1ter permanente de \u00e2mbito Municipal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 4\u00ba O Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social ser\u00e1 do composto de 08 (oito) membros sendo 04 (quatro) representantes da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Municipal e 04 (quatro) representantes da sociedade civil da seguinte forma:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I \u2013 os representantes da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Municipal ser\u00e3o indicados pelo Prefeito Municipal, assim como seus suplentes observada a seguinte composi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>a) 01 (um) representante da Secret\u00e1ria Municipal de Assist\u00eancia Social;<\/li>\n<li>b) 01 (um) representante do \u00f3rg\u00e3o Municipal de Educa\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>c) 01 (um) representante do \u00f3rg\u00e3o Municipal da Fazenda;<\/li>\n<li>d) 01 (um) representante do \u00f3rg\u00e3o Municipal de Sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>II \u2013 a representa\u00e7\u00e3o da sociedade civil ser\u00e1 composta por 04 (quatro) representantes, sendo 01 (um) de cada entidade, juridicamente constitu\u00eddas e reconhecidamente prestadoras de servi\u00e7os na \u00e1rea de Assist\u00eancia Social as quais ser\u00e3o escolhidas na Primeira Confer\u00eancia Municipal de Assist\u00eancia Social.<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba Cada membro do Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social ter\u00e1 um suplente oriundo da mesma categoria, grupo, classe ou \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico representado.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>2\u00ba Os membros representantes da Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica Municipal, seus suplentes bem como os demais membros da Sociedade Civil ser\u00e3o nomeados e empossados pelo Prefeito Municipal, ap\u00f3s terem seus nomes referendados na primeira confer\u00eancia Municipal de Assist\u00eancia Social.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>3\u00ba Os membros representantes da Sociedade Civil bem como seus suplentes ser\u00e3o indicados ao Prefeito Municipal, para fins de nomea\u00e7\u00e3o e, posse pelos grupos que representam, observando o que determina o par\u00e1grafo 2\u00ba, deste artigo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>4\u00ba Os membros do Conselho dever\u00e3o ser pessoas, id\u00f4neas, e com prefer\u00eancia para aquelas de not\u00f3rios servi\u00e7os sociais prestados \u00e0 comunidade.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO III<\/strong><\/p>\n<p><strong>DA CONFER\u00caNCIA MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 5\u00ba &#8211; A Confer\u00eancia Municipal de Assist\u00eancia Social \u00e9 a forma democr\u00e1tica de participa\u00e7\u00e3o popular nas a\u00e7\u00f5es da assist\u00eancia Social no Munic\u00edpio de Cordisburgo, com o objetivo de sugerir os \u00f3rg\u00e3os pr\u00f3prios alternativos de atua\u00e7\u00f5es, bem como de apresentar reclama\u00e7\u00f5es quanto ao funcionamento dos \u00f3rg\u00e3os assist\u00eancias e a atua\u00e7\u00e3o de qualquer dos membros do Conselho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba &#8211; As confer\u00eancias Municipais de Assist\u00eancia Social ser\u00e3o amplamente divulgadas e previamente marcadas pela Secret\u00e1ria Municipal de Assist\u00eancia Social, em car\u00e1ter extraordin\u00e1rio.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>2\u00ba &#8211; A Confer\u00eancia Municipal de Assist\u00eancia Social ser\u00e1 convocada anualmente para avalia\u00e7\u00e3o do desempenho da Assist\u00eancia Social no Munic\u00edpio.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>3\u00ba &#8211; A primeira confer\u00eancia Municipal de Assist\u00eancia Social ser\u00e1, realizada no dia 23\/02\/96 \u00e0s 19:00 horas, no sal\u00e3o S\u00e3o Vicente de Paula, na Rua S\u00e3o Jos\u00e9 n\u00ba&#8230;&#8230;&#8230;, para entre outros assuntos cumprir o que determina no inciso II e par\u00e1grafo 2\u00ba do artigo 4\u00ba.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO IV<\/strong><\/p>\n<p><strong>DAS ATRIBUI\u00c7\u00d5ES DO CONSELHO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 6\u00ba &#8211; S\u00e3o Atribui\u00e7\u00f5es do Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social, respeitadas as compet\u00eancias exclusivas do Poder Legislativo:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I \u2013 definir as prioridades da pol\u00edtica de Assist\u00eancia Social;<\/p>\n<p>II \u2013 estabelecer as diretrizes a serem observadas na elabora\u00e7\u00e3o do plano Municipal de Assist\u00eancia;<\/p>\n<p>III \u2013 aprovar a pol\u00edtica Municipal de Assist\u00eancia Social;<\/p>\n<p>IV \u2013 atuar na formula\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias e controle da execu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de assist\u00eancia social;<\/p>\n<p>V \u2013 propor crit\u00e9rios para a programa\u00e7\u00e3o e para as execu\u00e7\u00f5es financeiras e or\u00e7ament\u00e1rias do Fundo Municipal de Assist\u00eancia Social e fiscalizar a movimenta\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o dos recursos;<\/p>\n<p>VI \u2013 acompanhar crit\u00e9rios para a programa\u00e7\u00e3o e para as execu\u00e7\u00f5es financeiras e or\u00e7ament\u00e1rias do Fundo Municipal de Assist\u00eancia Social, e fiscalizar a movimenta\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o de recursos.<\/p>\n<p>VII \u2013 acompanhar, avaliar e fiscalizar os servi\u00e7os de assist\u00eancia prestados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o pelos \u00f3rg\u00e3os, entidades p\u00fablicas e privadas no Munic\u00edpio;<\/p>\n<p>VIII \u2013 aprovar crit\u00e9rios de qualidade para o funcionamento dos servi\u00e7os de assist\u00eancia social p\u00fablica e privado no \u00e2mbito municipal.<\/p>\n<p>IX \u2013 aprovar crit\u00e9rios para celebra\u00e7\u00e3o de contratos ou conv\u00eanios entre o setor p\u00fablico e as entidades privadas que prestam servi\u00e7os de assist\u00eancia Social no \u00e2mbito Municipal.<\/p>\n<p>X \u2013 apreciar previamente os contratos e conv\u00eanios referidos no inciso anterior;<\/p>\n<p>XI \u2013 elaborar e aprovar seu Regimento Interno;<\/p>\n<p>XII \u2013 zelar pela efetiva\u00e7\u00e3o do sistema descentralizado e participativo de assist\u00eancia social;<\/p>\n<p>XIII \u2013 Convocar anualmente, ou extraordinariamente, por maioria absoluta de seus membros, a Confer\u00eancia Municipal de Assist\u00eancia Social, que ter\u00e1 atribui\u00e7\u00e3o de avaliar a situa\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia Social, e propor diretrizes para aperfei\u00e7oamento do sistema;<\/p>\n<p>XIV \u2013 acompanhar e avaliar a gest\u00e3o dos recursos, bem como os ganhos sociais e o desempenho dos programas e projetos aprovados;<\/p>\n<p>XV \u2013 aprovar crit\u00e9rios de concess\u00e3o e valor dos benef\u00edcios eventuais;<\/p>\n<p>XVI \u2013 gerir o Fundo Municipal de Assist\u00eancia Social;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO V<\/strong><\/p>\n<p><strong>DO PESSOAL<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 7\u00ba &#8211; Fica o chefe do Executivo Municipal autorizado a aproveitar na Secret\u00e1ria Municipal de Assist\u00eancia social os servidores necess\u00e1rios para a execu\u00e7\u00e3o de tarefas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO VI<\/strong><\/p>\n<p><strong>DISPOSI\u00c7\u00d5ES GERAIS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 8\u00ba &#8211; As decis\u00f5es do Conselho ser\u00e3o manifestadas mediante resolu\u00e7\u00f5es divulgadas para toda a comunidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 9\u00ba &#8211; As reuni\u00f5es do Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social ser\u00e3o P\u00fablicas, sendo que os conselheiros dever\u00e3o se empenhar na efetiva participa\u00e7\u00e3o da comunidade nas a\u00e7\u00f5es do Conselho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 10 &#8211; Os membros do Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social ter\u00e3o mandato de 02 (dois) anos sendo permitida uma recondu\u00e7\u00e3o ao cargo por igual per\u00edodo, hip\u00f3tese esta sujeita \u00e0 manifesta\u00e7\u00e3o das entidades envolvidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00danico \u2013 A fun\u00e7\u00e3o do Conselho ser\u00e1 considerada de relevante interesse p\u00fablico e n\u00e3o ser\u00e1 remunerada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 11 \u2013 O conselho Municipal de Assist\u00eancia Social encaminhar\u00e1 at\u00e9 o dia 10 (dez) de cada m\u00eas \u00e0 C\u00e2mara Municipal de Cordisburgo, relat\u00f3rio das atividades desenvolvidas no m\u00eas anterior, bem como balancete do mesmo m\u00eas dos recursos do Fundo Municipal de Assist\u00eancia Social ou quaisquer dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias que lhe forem destinadas gastas no desenvolvimento de suas atividades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO VII<\/strong><\/p>\n<p><strong>DO FUNDO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 12 \u2013 Fica criado o Fundo Municipal de Assist\u00eancia Social, vinculado ao conselho de Assist\u00eancia Social cujos, recursos ser\u00e3o depositados em conta banc\u00e1ria espec\u00edfica, aberta para este fim.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba &#8211; A movimenta\u00e7\u00e3o da conta banc\u00e1ria de que trata o artigo \u00e9 de exclusiva compet\u00eancia do Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social cabendo as assinaturas de cheques e outros documentos ao seu Presidente conjuntamente com o Tesoureiro.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>2\u00ba &#8211; O Tesoureiro do Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social ser\u00e1 o representante da Secret\u00e1ria Municipal de Assist\u00eancia Social.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>3\u00ba &#8211; As contas balancetes e demais documentos cont\u00e1beis ter\u00e3o presta\u00e7\u00e3o de contas na forma prevista na Lei 4.320\/64.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>T\u00cdTULO III<\/strong><\/p>\n<p><strong>DAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES FINAIS E TRANSITORIAS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 13 &#8211; Fica o Executivo Municipal autorizado a abrir cr\u00e9dito Suplementar para fazer face \u00e0s despesas com a aplica\u00e7\u00e3o desta Lei:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 14 \u2013 A Secretaria Municipal de Assist\u00eancia Social dever\u00e1 no prazo de 30 (trinta) dias contados da publica\u00e7\u00e3o desta Lei, implantar o Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 15 \u2013 Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sala das Sess\u00f5es, 19 de Fevereiro de 1.996.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Geralda Aparecida Dionizio Souza<\/u><\/p>\n<p>Presidente da C\u00e2mara.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lei 1.238 LEI N\u00ba. 1.238 &nbsp; DISP\u00d5E SOBRE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL NO MUNIC\u00cdPIO DE CORDISBURGO, CRIA CONSELHO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL E FUNDO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL E D\u00c1 OUTRAS PROVID\u00caNCIAS. &nbsp; A C\u00e2mara Municipal de Cordisburgo aprovou, e eu, Presidenta, no uso de das atribui\u00e7\u00f5es que me s\u00e3o conferidas, na forma do par\u00e1grafo 7\u00ba, do 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