{"id":5535,"date":"2001-07-05T09:26:16","date_gmt":"2001-07-05T12:26:16","guid":{"rendered":"https:\/\/cordisburgo.cam.mg.gov.br\/?p=5535"},"modified":"2001-07-05T09:26:16","modified_gmt":"2001-07-05T12:26:16","slug":"lei-municipal-no-1-337-2001","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cordisburgo.mg.gov.br\/legislacao\/leis\/lei-municipal-no-1-337-2001\/","title":{"rendered":"Lei Municipal n\u00ba 1.337\/2001."},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/cordisburgo.cam.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Lei-1337_compressed.pdf\">Lei 1337<\/a><\/p>\n<p><strong><u>LEI N\u00ba 1.337, DE 05 DE JULHO DE 2001.<\/u><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL E D\u00c1 OUTRAS PROVID\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O Prefeito Municipal de Cordisburgo, no uso de suas atribui\u00e7\u00f5es legais. Fa\u00e7o Saber que a C\u00e2mara Municipal de Cordisburgo, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO I<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>DOS OBJETIVOS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 1\u00ba Fica criado o Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social \u2013 CMAS, \u00f3rg\u00e3o deliberativo, de car\u00e1ter permanente e \u00e2mbitos Municipais, vinculados \u00e0 Secretaria Municipal de Assist\u00eancia, Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 2\u00ba Respeitadas as compet\u00eancias exclusivas do Legislativo Municipal, compete ao Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I \u2013 definir as prioridades da pol\u00edtica de assist\u00eancia social;<\/p>\n<p>II \u2013 estabelecer as diretrizes a serem observadas na elabora\u00e7\u00e3o do Plano Municipal de Assist\u00eancia Social;<\/p>\n<p>III \u2013 elaborar a Pol\u00edtica Municipal de Assist\u00eancia Social;<\/p>\n<p>IV \u2013 atuar na formula\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias e controle da execu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de assist\u00eancia social;<\/p>\n<p>V \u2013 propor crit\u00e9rios para a programa\u00e7\u00e3o e para as execu\u00e7\u00f5es financeiras e or\u00e7ament\u00e1rias do Fundo Municipal de Assist\u00eancia Social e fiscalizar a movimenta\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o aos recursos;<\/p>\n<p>VI \u2013 acompanhar, avaliar e fiscalizar os servi\u00e7os de assist\u00eancia prestados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o pelos \u00f3rg\u00e3os, entidades p\u00fablicas e privadas no Munic\u00edpio;<\/p>\n<p>VII \u2013 criar crit\u00e9rios de qualidade para o funcionamento dos servi\u00e7os de assist\u00eancia social p\u00fabica e privado no \u00e2mbito Municipal;<\/p>\n<p>VIII \u2013 elaborar crit\u00e9rios para celebra\u00e7\u00e3o de contrato ou conv\u00eanios entre o setor p\u00fablico e as entidades privadas que prestam servi\u00e7os de assist\u00eancia social no \u00e2mbito municipal;<\/p>\n<p>IX \u2013 elaborar previamente os contratos e conv\u00eanios referidos no inciso anterior;<\/p>\n<p>X \u2013 elaborar e aprovar seu Regimento Interno;<\/p>\n<p>XI \u2013 zelar pela efetiva\u00e7\u00e3o do sistema descentralizado e participativo de assist\u00eancia social;<\/p>\n<p>XII \u2013 convocar, ordinariamente, a cada 02 (dois) anos, ou extraordinariamente, por maioria absoluta se seus membros, a Confer\u00eancia Municipal de Assist\u00eancia Social, que ter\u00e1 a atribui\u00e7\u00e3o de avaliar a situa\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia social, e propor diretrizes para o aperfei\u00e7oamento do sistema;<\/p>\n<p>XIII \u2013 acompanhar e avaliar a gest\u00e3o dos recursos, bem como os ganhos sociais e o desempenho dos programas e projetos aprovados;<\/p>\n<p>XIV \u2013 elaborar crit\u00e9rios de concess\u00e3o e valor dos benef\u00edcios eventuais.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO II<\/strong><\/p>\n<p><strong>DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>SE\u00c7\u00c3O I<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>DA COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 3\u00ba O CMAS ter\u00e1 a seguinte composi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I \u2013 Do Governo Municipal:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>a) 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Assist\u00eancia, Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as;<\/li>\n<li>b) 01 (um) representante do \u00f3rg\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>c) 01 (um) representante do \u00f3rg\u00e3o de sa\u00fade;<\/li>\n<li>d) 01 (um) representante da Secretaria de Turismo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>II \u2013 Representantes da Sociedade Civil:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>a) 01 (um) representante de entidades de atendimento \u00e0 crian\u00e7a e adolescente, atrav\u00e9s da SBASAL \u2013 Sociedade Beneficente Santo Ant\u00f4nio da lagoa;<\/li>\n<li>b) 01 (um) representante de entidades de atendimento \u00e0 3\u00aa Idade, atrav\u00e9s do Asilo Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus;<\/li>\n<li>c) 01 (um) representante de Entidades de atendimento \u00e0 pessoa portadora de defici\u00eancia, atrav\u00e9s da APAE local;<\/li>\n<li>d) 01 (um) representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cordisburgo e Ara\u00e7a\u00ed;<\/li>\n<li>e) 01 (um) representante da AMPER \u2013 Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores do Periquito.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba cada titular do CMAS ter\u00e1 um suplente.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>2\u00ba Somente ser\u00e1 admitida a participa\u00e7\u00e3o de entidades juridicamente constitu\u00eddas e em regular funcionamento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>3\u00ba A soma dos representantes que tratam os incisos II, do presente artigo n\u00e3o ser\u00e1 inferior \u00e0 metade do total de membros do CMAS.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 4\u00ba os membros efetivos e suplentes do CMAS ser\u00e3o nomeados pelo Prefeito Municipal, mediante indica\u00e7\u00e3o das respectivas bases.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico: Os representantes do Governo Municipal ser\u00e3o de livre escolha do Prefeito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 5\u00ba A atividade dos membros do CMAS reger-se-\u00e1 pelas disposi\u00e7\u00f5es seguintes:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I \u2013 o exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o de Conselheiro \u00e9 considerado servi\u00e7o p\u00fablico relevante, e n\u00e3o ser\u00e1 remunerado;<\/p>\n<p>II \u2013 os conselheiros ser\u00e3o exclu\u00eddos do CMAS e substitu\u00eddos pelos respectivos suplentes em caso de faltas injustificadas a 3 reuni\u00f5es consecutivas ou 5 reuni\u00f5es intercaladas anualmente;<\/p>\n<p>III \u2013 os membros do CMAS poder\u00e3o ser substitu\u00eddos mediante solicita\u00e7\u00e3o, da entidade ou autoridade respons\u00e1vel, apresentada ao Prefeito Municipal;<\/p>\n<p>IV \u2013 cada membro Titular do CMAS ter\u00e1 direito a um \u00fanico voto na sess\u00e3o plen\u00e1ria;<\/p>\n<p>V \u2013 as decis\u00f5es do CMAS ser\u00e3o consubstanciadas em resolu\u00e7\u00f5es;<\/p>\n<p>VI \u2013 o CMAS ser\u00e1 presidido por um dos seus integrantes, eleito dentre seus membros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SE\u00c7\u00c3O II<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>DO FUNCIONAMENTO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 6\u00ba O CMAS ter\u00e1 seu funcionamento regido por regimento interno pr\u00f3prio e obedecendo as seguintes normas:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I \u2013 plen\u00e1rio com o \u00f3rg\u00e3o de delibera\u00e7\u00e3o m\u00e1xima;<\/p>\n<p>II \u2013 as sess\u00f5es plen\u00e1rias ser\u00e3o realizadas ordinariamente a cada m\u00eas e extraordinariamente quando convocadas pelo Presidente ou por requerimento da maioria dos seus membros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 7\u00ba A Secretaria Municipal de Assist\u00eancia, Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as ou equivalente, prestar\u00e1 o apoio administrativo necess\u00e1rio ao funcionamento do CMAS.<\/p>\n<p>Art. 8\u00ba Para melhor desempenho de suas fun\u00e7\u00f5es o CMAS poder\u00e1 recorrer a pessoas e entidades, mediantes os seguintes crit\u00e9rios:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I \u2013 consideram-se colaboradores do CMAS as institui\u00e7\u00f5es formadoras de recursos humanos para a assist\u00eancia social e as entidades representativas de profissionais e usu\u00e1rios dos servi\u00e7os de assist\u00eancia social sem encargo de sua condi\u00e7\u00e3o de membro;<\/p>\n<p>II \u2013 Poder\u00e3o ser convidadas pessoas ou institui\u00e7\u00f5es de not\u00f3ria especializa\u00e7\u00e3o para assessorar o CMAS em assuntos espec\u00edficos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 9\u00ba Todas as sess\u00f5es do CMAS ser\u00e3o p\u00fablicas e precedidas de ampla divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico: As Resolu\u00e7\u00f5es do CMAS, bem como os temas tratados em plen\u00e1rios de diretoria e comiss\u00f5es, ser\u00e3o objetos de ampla e sistem\u00e1tica divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 10. O CMAS elaborar\u00e1 seu regimento Interno no prazo de 60 (sessenta) dias ap\u00f3s a promulga\u00e7\u00e3o desta Lei.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Art. 11. Esta Lei entra em vigor, na data de sua publica\u00e7\u00e3o, ficando revogada, em todos os seus termos, a Lei 1.238, de 19 de Fevereiro de 1.996.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prefeitura Municipal de Cordisburgo, aos 05 de Julho de 2.001.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Geraldo Agnaldo da Silva.<\/u><\/p>\n<p>Prefeito Municipal.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lei 1337 LEI N\u00ba 1.337, DE 05 DE JULHO DE 2001. &nbsp; CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ASSIST\u00caNCIA SOCIAL E D\u00c1 OUTRAS PROVID\u00caNCIAS \u00a0 O Prefeito Municipal de Cordisburgo, no uso de suas atribui\u00e7\u00f5es legais. 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